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terça, 10 julho 2018 17:17

Chave Móvel Digital

Cartão de cidadão já serve para ver as contas da luz, do telefone e do banco

Mais de 93 mil pessoas inscreveram-se no serviço chave móvel digital na primeira metade do ano. 

A partir desta terça-feira, o serviço de autenticação Chave Móvel Digital será usado nos portais da EDP, Meo e BCP/ActivoBank.

Cartão de cidadão já serve para ver as contas da luz, do telefone e do banco. Com o seu cartão de cidadão já pode consultar as contas da luz, do telefone e do seu banco. A partir desta terça-feira, o serviço de autenticação Chave Móvel Digital será usado nos portais da EDP, Meo e BCP/ActivoBank. Estas são as primeiras entidades privadas que aderem a esta funcionalidade, em que com um só código é possível aceder a mais de 50 serviços públicos, destaca a secretária de Estado da Modernização Administrativa, Graça Fonseca.

“A partir de hoje estamos a fazer a evolução para serviços públicos essenciais e vamos trabalhar com empresas como a EDP, o Meo e o BCP/ActivoBank, que passam a permitir, nos seus portais, a possibilidade de os clientes se autenticarem com a chave móvel digital e acederem, por exemplo, ao serviço de homebanking“, adianta Graça Fonseca em declarações ao Dinheiro Vivo.

A Chave Móvel Digital é um serviço de autenticação totalmente digital que funciona com base no número de identificação civil que consta do cartão de cidadão. Ao registar-se neste serviço, passa a ter um PIN de quatro dígitos, que é o único código necessário para aceder aos serviços públicos online. Por questões adicionais de segurança, cada vez que se quiser autenticar na página de um serviço público é enviado um código temporário de seis dígitos por mensagem de telemóvel ou por e-mail.

O pedido da chave móvel digital pode ser feito através da internet ou junto dos balcões de atendimento Espaço Cidadão ou Espaço Empresa.

Renovação do cartão de cidadão, acesso ao registo criminal ou alteração dos dados no registo de cidadão são serviços possíveis com a introdução desta chave, associada ao seu número de telefone e que dispensa a necessidade de ter o leitor de cartões.

Próximos passos

Na primeira metade deste ano, mais de 93 mil pessoas já se registaram neste serviço de autenticação. Tendo em conta estes dados, o Governo tem procurado alargar o número de entidades que aceitem este serviço. Graça Fonseca espera que nos próximos meses “mais 25 serviços públicos” passem a ter disponíveis a chave móvel digital.

Este meio de autenticação também deverá estender-se a mais entidades, sobretudo bancos. “Estamos a trabalhar para que seja possível abrir uma conta no banco com a chave móvel digital.”

A secretária de Estado, no entanto, admite que ainda há um longo caminho a percorrer na transformação dos serviços do Estado: “É difícil falar em digitalização se não tivermos as ferramentas para dar às pessoas e empresas para que possam entrar nesta era. Se as pessoas ou empresas não puderem assinar digitalmente, de forma segura e fácil, assim é difícil operar-se a verdadeira transformação digital.”

«Noticia Dinheiro Vivo de 10/07/2018»

terça, 10 julho 2018 12:59

 

Aviso de Concurso de Abertura de Candidaturas ao StartUP-Voucher-2018-2020

O Startup Voucher é uma das medidas do Startup Portugal, estratégia nacional de empreendedorismo, que visa apoiar o desenvolvimento de projetos que estão ainda na fase da ideia.
 
Os empreendedores que receberem este apoio recebem uma bolsa mensal de perto de 700 euros. É ainda lhes dado mentoria e assistência no projeto.
 

A medida StartUP Voucher 2018 foi lançada no passado dia 9 de julho, com candidaturas a decorrer até 10 de setembro.

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sexta, 06 julho 2018 10:01

TE News

 

TOURISM EXPLORER 2018

- O Tourism Explorers está de volta! O maior programa nacional para desenvolver projetos relacionados com o setor do turismo regressa para a edição de 2018 cheio de novidades.

- Se estás à procura de projeto de sucesso, da equipa perfeita, de desafios relacionados com o Turismo, dos melhores parceiros... então o Tourism Explorers é para ti.

Inscrições em www.tourismexplorers.pt

O Turismo de Portugal e a Fábrica de Startups lançam 2ª edição do Tourism Explorers em colaboração com o Automóvel Clube de Portugal (ACP). O maior programa nacional de criação e aceleração de startups na área do turismo está de volta a 12 cidades portuguesas, onde serão desenvolvidos negócios inovadores, entre 12 de setembro e 31 de outubro.

Após o sucesso do Tourism Explorers de 2017, com mais de 550 pessoas a desenvolverem o seu negócio em 12 cidades do país, o Turismo de Portugal, a Fábrica de Startups e o ACP juntam-se para a 2ª edição do programa num esforço conjunto de aceleração de inovação nas áreas do turismo e da mobilidade.

Nos meses de setembro e outubro, o programa estará novamente presente em todo o país e o objetivo é simples: agregar o espírito empreendedor dos portugueses em torno de desafios muito concretos, submeter essa energia à aplicação intensiva da metodologia de ideação e aceleração da Fábrica de Startups e, no final, gerar novas empresas com produtos, serviços e soluções inovadoras nas áreas do turismo e da mobilidade.

O Tourism Explorers é um programa composto por duas fases: Ideação e Aceleração.

Na fase de ideação, que decorre de 12 a 14 de setembro, vão ser lançados aos participantes desafios na área de turismo e da mobilidade, e serão criadas soluções inovadoras nestas áreas. Na fase de aceleração, entre 26 de setembro e 31 de outubro, as equipas poderão desenvolver, testar e validar os seus modelos de negócio, com o apoio de formadores e mentores especializados.

O Tourism Explorers tem como principal objetivo potenciar o desenvolvimento do empreendedorismo em Portugal, através do apoio à criação de novos negócios e startups, com produtos e serviços inovadores focados no setor do turismo.

Ao longo do programa, os participantes terão acesso a formadores e mentores de excelência, a uma rede de parceiros da indústria e às metodologias FastIdeation e FastStart da Fábrica de Startups, já amplamente testadas no desenvolvimento de novos negócios.

terça, 15 maio 2018 12:53

Bioeconomia Pontes para a internacionalização

17 de maio de 2018 | 15:00h às 17:30h | Anfiteatro da Escola Superior Agrária

Bioeconomia, bioprodutos, bioideias, bio-serviços encontram-se no patamar de excelência para trocas comerciais internacionais apostando na competitividade, no desenvolvimento sustentável e na circularidade como divisa.

Neste contexto, a Bioeconomia permite o desenvolvimento de novas atividades, produtos ou serviços para empresas que exploram os recursos biológicos de forma sustentável e consequentemente entrar ou reforçar a presença em novos mercados com propostas altamente valorizadas pelos mesmos.

A sessão sob o tema "Bioeconomia: pontes para a internacionalização", centra-se na apresentação e discussão das oportunidades que decorrem da Estratégia Europeia para a Bioeconomia, bem como na partilha de experiências empresariais no âmbito da Bioeconomia, analisando perspetivas para o futuro das empresas portuguesas nos mercados internacionais.

Programa

14:45

Receção dos participantes

15:00

Abertura da Sessão

•Maria Salomé Rafael, Presidente da Direção da NERSANT
•Carlos Lopes de Sousa, Presidente da Direção do AgroCluster Ribatejo
•Marília Oliveira Inácio Henriques, Presidente do Conselho Técnico-Científico da Escola Superior Agrária

15:10

O projeto BIO-WARE

Programa de Sensibilização para a Bioeconomia
•NERSANT

15:20

Bioeconomia

Exemplos de sucesso internacionais
•SPI - Sociedade Portuguesa de Inovação

15:40

Standing Committee on Agricultural Research (SCAR)

Apresentação das atividades
•José Matos, representante de Portugal no SCAR

16:00

Plano de ação para a revisão da Estratégia Europeia para a Bioeconomia

•Carla Brites, Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P. (INIAV)

16:20

Experiência da SILVEX na Bioeconomia

O que perspetiva no âmbito da Bioeconomia
•Paulo Azevedo, Diretor Geral da Silvex - Indústria de Plásticos e Papéis, S.A.

16:50

Debate

17:00

Entrega de Prémios

Concurso "Acelerador BIO-IDEIAS"

17:30

Encerramento da sessão

terça, 15 maio 2018 12:32
O “Espaço Empresa Santarém” foi inaugurado no passado dia 19 de abril, na Loja do Cidadão de Santarém, criado pela Câmara de Santarém, em parceria com o IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação, I.P., a AMA - Agência para a Modernização Administrativa e o AICEP - Agência para o Investimento e o Comércio Externo de Portugal).
Ricardo Gonçalves, Presidente da Câmara de Santarém, Manuel Caldeira Cabral, Ministro da Economia, os vereadores, Nuno Serra, Inês Barroso, Jorge Rodrigues, Ricardo Rato e José Augusto Santos, inauguraram o “Espaço Empresa Santarém”, juntamente com representantes do IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação, I.P. e do AICEP - Agência para o Investimento e o Comércio Externo de Portugal).
O “Espaço Empresa Santarém”, vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 18h00, encerra aos sábados, domingos, feriados nacionais e feriado municipal, e vai permitir desburocratizar e poupar tempo útil às empresas sediadas no município, para além de potenciar o desenvolvimento económico e social do Concelho. Este novo serviço concentra num único balcão, respostas de diversos organismos da administração central e local.
O Município continua a alavancar a afirmação de Santarém enquanto local estratégico de excelência para investir, empreender e desenvolver economicamente os negócios. É neste propósito que o Espaço Empresa Santarém vai integrar, para além dos serviços já prestados pelo Gabinete de Apoio ao Investidor (Via Expresso Investidor e Via Expresso Jovem), outros serviços das entidades parceiras – IAPMEI, AICEP e AMA – com o objetivo de num único ponto de contato, facilitar e apoiar todos aqueles que pretendam investir ou já estejam a investir em Santarém.
A criação dos espaços empresa em espaços municipais - projetos piloto iniciados em 2017, têm como objetivo testar este conceito, de modo a concretizar e a operacionalizar, através duma abordagem multicanal, a criação de uma rede de suporte de pontos focais nas entidades da Administração Pública, com o envolvimento das câmaras municipais.
Para além de Santarém, as câmaras municipais protocoladas nesta fase de arranque são Abrantes, Ansião, Beja, Bragança, Castelo Branco, Famalicão, Fundão, Guarda, Guimarães, Lagos, Oliveira do Bairro, Ourém, Paços de Ferreira, Portalegre, São João da Madeira, Tavira, Tondela, Valongo, Viana do Castelo e Vila Real.
O projeto “Espaço Empresa” tem como objetivo criar uma rede de pontos únicos de atendimento às empresas, distribuído por todo o espaço nacional, com serviços disponibilizados, quer através do canal presencial, numa lógica de proximidade e de atendimento personalizado, quer através dos canais online e telefónico.
Esta rede de atendimento multicanal vai permitir o acompanhamento dos empresários, ao longo do ciclo de vida das empresas, com estruturas de apoio ao investimento que, no caso da Câmara de Santarém, já dispõe de atendimento presencial, no âmbito do Gabinete de Apoio ao Investimento.
segunda, 16 abril 2018 15:42

 

MOVE PME: Consultoria e Formação para Empresários com financiamento de 90%

A formação-ação permite combinar consultoria para os empresários/gestores e formação para os colaboradores. É, dizem estudos realizados, o melhor meio para as empresas implementarem medidas geradoras de valor e para adquirirem competências que as prepare para:
• Os desafios da gestão;
• Utilizar o potencial das ferramentas digitais;
• Melhorar a atividade exportadora/internacionalização;
• Implementar sistemas de gestão (qualidade, ambiente, transição normativa, etc.);
• Aumentar a produtividade dos seus colaboradores;
• Tomar decisões adequadas que vão influenciar o futuro da empresa;
• Antecipar competências chave ao negócio futuro;
• Promover a inovação.

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sexta, 13 abril 2018 15:07

ESAS

Integrada nas Comemorações dos 130 anos de Ensino Agrário em Santarém, a I Feira de Empreendedorismo da ESAS - Agrária Empreende, pretende ser um marco histórico na história e na memória desta Instituição de ensino.

Subordinada ao tema Agricultura, Alimentação e Ambiente, este certame pretende realçar a capacidade empreendedora dos diplomados desta instituição e dar visibilidade às empresas onde estes estão inseridos, criando assim parcerias estratégicas, que potenciem os negócios e reforcem a importância da escola na formação técnica e cientifica de base dos futuros diplomados, mostrando que a interligação entre as empresas e o ensino é uma das chaves para o sucesso.

Contamos com a Vossa presença!

Campus da ESAS na Quinta do Galinheiro, de 4 a 5 de maio de 2018.

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terça, 10 abril 2018 09:53

A NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém, a Instituição Financeira para o Desenvolvimento (IFD) e a GARVAL, têm a honra de convidar V. Exas. para a "Sessão de divulgação da Linha Capitalizar Mais", que terá lugar no dia 16 de abril de 2018, pelas 15:30h, no Hotel de Santarém - Santarém.

Na "Sessão de divulgação da Linha Capitalizar Mais" serão detalhadamente apresentadas aos empresários as características da mesma, entre as quais a possibilidade de conceder financiamento com prazo ate 12 anos, de montantes até 15ME, abrangendo a parte não elegível dos projetos do Portugal2020, quer para fundo de maneio quer para investimento novo em ativos fixos corpóreos ou incorpóreos.

Programa:

15:15 - Receção dos participantes

15:30 - Sessão de abertura - Maria Salomé Rafael, Presidente da Direção da NERSANT

15:45 - Apresentação da Linha Capitalizar Mais - Dr. Pedro Magalhães, IFD

17:00 - Apresentação de Case Study - Dr. Pedro Seabra, Garval

17:15 - Esclarecimentos

 

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terça, 03 abril 2018 10:52

2018.03.23

Novo Programa de Aceleração de Ideias com inscrições abertas

A palavra empreendedorismo está na moda e ainda bem. No entanto, existe uma grande diferença entre ter uma ideia e ter um negócio. E é na transição do primeiro para o segundo conceito que a NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém, tem apostado, ao dinamizar na região Programas de Aceleração de Ideias de Negócio. A próxima edição acontece já em maio e tem inscrições abertas.

Mas, o que é um Programa de Aceleração de Ideias? A NERSANT esclarece. Trata-se de um programa de apoio para ajudar os empreendedores a criarem e a desenvolverem as suas startups, aconselhado para quem tem uma ideia de negócio e quer validá-la, ou para empresas em fase de arranque que querem acelerar o seu desenvolvimento.

No caso dos Programas de Aceleração da NERSANT, que ao longo das quatro edições já reuniram mais de 60 empreendedores, o mesmo contempla a realização de workshops de capacitação, a disponibilização de consultoria individual a cada uma das ideias de negócio participantes e ainda apoio na preparação e apresentação dos projetos empresariais a um painel de investidores cuidadosamente selecionado e convidado pela associação.

No próximo mês de maio, a associação empresarial vai arrancar com a 5.ª edição do seu Programa de Aceleração, tendo inscrições abertas no seu portal de apoio ao empreendedor, em http://sitiodoempreendedor.nersant.pt/. Durante o Programa existirão quatro dias de participação obrigatória (1 por semana) sendo as horas de consultoria adaptadas à disponibilidade dos empreendedores participantes. Resta informar que a participação é inteiramente gratuita.

Para mais informação sobre o Programa de Aceleração de Ideias da NERSANT, os interessados devem contactar o Departamento de Apoio Técnico, Inovação e Competitividade da NERSANT, através dos contactos datic@nersant.pt ou 249 839 500.

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terça, 03 abril 2018 10:08

Mais de 20 municípios abrem 'lojas' Espaço Empresa

É já no próximo dia 9 de abril, pelas 11h00, na Comunidade Intermunicipal do Oeste, que o IAPMEI, em parceria com a AMA e a AICEP, celebra, com 21 autarquias, protocolos para a implementação municipal do Espaço Empresa.

Os projetos piloto iniciados em 2017 em Leiria, nas instalações do NERLEI, e em Abrantes e Ansião em espaços municipais, visaram testar este conceito, concretizando a operacionalização de uma abordagem multicanal, a criação de uma rede de suporte de pontos focais nas entidades da Administração Pública e o envolvimento das câmaras municipais.

Um ano após o arranque do projeto piloto, o Espaço Empresa ganha escala com a implementação regional em mais de 20 municípios.

As Câmaras Municipais protocoladas nesta fase de arranque são Abrantes, Ansião, Beja, Bragança, Castelo Branco, Famalicão, Fundão, Guarda, Guimarães, Lagos, Oliveira do Bairro, Ourém, Paços de Ferreira, Portalegre, Santarém, São João da Madeira, Tavira, Tondela, Valongo, Viana do Castelo e Vila Real.

A cerimónia de assinatura dos protocolos conta com a presença da Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, e do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral.

Espaço Empresa

O projeto Espaço Empresa tem como objetivo a criação uma rede de pontos únicos de atendimento às empresas, com serviços disponibilizados pela Administração Central e Local, quer através do canal presencial, numa lógica de proximidade e de atendimento personalizado, quer através dos canais online e telefónico, constituindo-se como a Rede Nacional de Apoio às Empresas e ao Investimento.

Com efeito, e reconhecido que a competência das respostas a prestar por qualquer um dos canais exigirá a todo o tempo um backoffice célere e eficaz, a malha de pontos focais constituída em sede de operacionalização do piloto tem vindo a ser densificada.

As Câmaras Municipais desempenham um papel crucial no desenvolvimento e operacionalização da iniciativa Espaço Empresa, quer ao nível da expansão física da rede, uma vez que os pontos de atendimento presencial funcionarão em infraestruturas municipais, quer no que se refere à qualidade do serviço prestado, através da criação e do estímulo de sinergias com estruturas de apoio ao investimento já existentes em muitas autarquias.

terça, 10 abril 2018 09:46

Espaço Empresa Santarém inaugurado dia 19 na Loja do Cidadão

 

A Câmara de Santarém vai criar o “Espaço Empresa Santarém”, uma parceria entre o município, o IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação, I.P., a AMA - Agência para a Modernização Administrativa e o AICEP - Agência para o Investimento e o Comércio Externo de Portugal). A inauguração tem lugar no dia 19 de abril, às 17h00, na Loja do Cidadão de Santarém, e conta com a presença de membros do Executivo de todas as entidades envolvidas.

O “Espaço Empresa Santarém”, que vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 18h00, encerra aos sábados, domingos, feriados nacionais e feriado municipal, e vai permitir desburocratizar e poupar tempo útil às empresas sedeadas no município, para além de potenciar o desenvolvimento económico e social do Concelho.
Este novo serviço vai concentrar, num único balcão, respostas de diversos organismos da administração central e local.

No dia 9 de abril, às 11h00, a Câmara de Santarém assina o protocolo com vista à implementação municipal do “Espaço Empresa Santarém”, na Comunidade Intermunicipal do Oeste, nas Caldas da Rainha, com o IAPMEI, em parceria com a AMA e a AICEP, e outras 20 autarquias, nesta fase de arranque, que conta com a presença da Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, e do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral.

A proposta de protocolo que vai ser agora firmado, entre as quatro entidades, foi aprovado por unanimidade, na última reunião do Executivo Municipal, que teve lugar no dia 26 de março.

O Município continua a alavancar a afirmação de Santarém enquanto local estratégico de excelência para investir, empreender e desenvolver economicamente os negócios.
É neste propósito que o Espaço Empresa Santarém vai integrar, para além dos serviços já prestados pelo Gabinete de Apoio ao Investidor (Via Expresso Investidor e Via Expresso Jovem), outros serviços das entidades parceiras – IAPMEI, AICEP e AMA – com o objetivo de num único ponto de contato, facilitar e apoiar todos aqueles que pretendam investir ou já estejam a investir em Santarém.
A criação dos espaços empresa em espaços municipais - projetos piloto iniciados em 2017, têm como objetivo testar este conceito, de modo a concretizar e a operacionalizar, através duma abordagem multicanal, a criação de uma rede de suporte de pontos focais nas entidades da Administração Pública, com o envolvimento das câmaras municipais.
Para além de Santarém, as câmaras municipais protocoladas nesta fase de arranque são Abrantes, Ansião, Beja, Bragança, Castelo Branco, Famalicão, Fundão, Guarda, Guimarães, Lagos, Oliveira do Bairro, Ourém, Paços de Ferreira, Portalegre, São João da Madeira, Tavira, Tondela, Valongo, Viana do Castelo e Vila Real.
O projeto “Espaço Empresa” tem como objetivo criar uma rede de pontos únicos de atendimento às empresas, distribuído por todo o espaço nacional, com serviços disponibilizados, quer através do canal presencial, numa lógica de proximidade e de atendimento personalizado, quer através dos canais online e telefónico. Esta rede de atendimento multicanal vai permitir o acompanhamento dos empresários, ao longo do ciclo de vida das empresas, com estruturas de apoio ao investimento que, no caso da Câmara de Santarém, já dispõe de atendimento presencial, no âmbito do Gabinete de Apoio ao Investimento.

6/4/2018

GAP - Relações Públicas e Comunicação

 

Governo alarga projeto de “lojas de cidadão para empresas” a 20 localidades

Cascais, Lisboa, 14 mar (Lusa) – O ministro da Economia anunciou hoje que o projeto Espaço Empresa, com “lojas de cidadão mas para empresas”, vai ser alargado a mais 20 localidades nos próximos dois meses, visando permitir tratar de diferentes assuntos num único local.
“Este alargamento do programa será lançado nos próximos dois meses, mas está já em funcionamento como experiência piloto em Abrantes, Ancião e em Leiria. O que vamos é alargar a mais serviços e a mais pontos do país”, num total de 20 novas localidades, disse Manuel Caldeira Cabral, que falava aos jornalistas à margem de uma conferência sobre crescimento económico organizada pelo jornal The Economist, em Cascais, Lisboa.
De acordo com o governante, esta “é uma alteração importante, similar ao que foi feito com as lojas do cidadão, para os cidadãos, mas agora para as empresas”.
Em causa está o projeto Espaço Empresa, desenvolvido em parceria com as câmaras municipais, visando criar “pontos únicos de acesso dos empresários à administração pública”.
“A ideia é que os empresários, quando precisam de fazer um investimento, quando precisam de cumprir alguma regra ou perceber que incentivos e apoios que têm, possam ir a um único ponto e saber ao mesmo tempo quais são as regras e os regulamentos que têm de cumprir e os papéis que têm de preencher”, precisou, vincando que, desta forma, os empresários têm “na administrarão pública uma mão que os ajude a cumprir as regras ambientais, de segurança, de higiene no trabalho, todas”.
Antes de Caldeira Cabral intervir – num discurso em que insistiu na necessidade de apostar na qualificação dos portugueses –, os antigos ministros das Finanças Maria Luís Albuquerque e da Economia Álvaro Santos Pereira vincaram que, apesar de a economia portuguesa estar melhor, devem ser feitas reformas em áreas como a administração pública e a segurança social.
Questionado pelos jornalistas, o atual responsável pela pasta da Economia sublinhou que “este Governo se tem afirmado por fazer reformas”, ao nível da administração pública (por exemplo, através do Simplex+) e na promoção do investimento (com incentivos fiscais para as empresas).
“São reformas importantes e que estão já a ter resultados”, disse.
Por seu lado, as reformas do anterior executivo (PSD/CDS-PP e do qual Maria Luís Albuquerque e Álvaro Santos Pereira fizeram parte), apostou em reformas que “puseram 500 mil jovens a sair do país”, criticou Caldeira Cabral.
“Ainda bem que invertemos isso”, concluiu.

ANE // CSJ
Lusa/Fim

sexta, 16 março 2018 09:38

Entrevista com presidente do IAPMEI – “Queremos ser reconhecidos como a casa das empresas”
Publicado a 15 de Março de 2018 jornal "O Ribatejo"

«Jorge Marques dos Santos, presidente do IAPMEI, fala-nos aqui dos apoios deste organismo à inovação na economia, das políticas de financiamento e da sua visão sobre o tecido empresarial do Ribatejo

Que papel tem hoje o IAPMEI no apoio às empresas?

O IAPMEI é um parceiro estratégico. Toda a nossa atuação se baseia na proximidade às PME com a missão de promover o empreendedorismo, estimular o investimento e a inovação e apoiar a capacitação competitiva das empresas, virada para o mercado global. O nosso papel é, por isso, o de disponibilizar diferentes instrumentos de política pública para empresas que queiram crescer, que queiram basear a sua estratégia na inovação, criatividade, diferenciação, e que apostem decididamente na internacionalização. Queremos ser o parceiro público por excelência das empresas, sermos reconhecidos como “a casa das empresas”.

Que instrumentos é que o IAPMEI tem disponíveis para as empresas?

O IAPMEI disponibiliza soluções que respondem às empresas ao longo de todo o seu ciclo de vida. Em paralelo, mantemos o foco nas grandes prioridades da política pública para a economia portuguesa, nomeadamente nos instrumentos de estímulo ao empreendedorismo, à inovação, à capacitação competitiva e à internacionalização.

No domínio do empreendedorismo e inovação, destaco o programa StartUP Voucher, que disponibiliza um conjunto alargado de apoios a projetos em fase de ideia e o acesso à Enterprise Europe Network da Comissão Europeia, que o IAPMEI coordena em Portugal, que disponibiliza um serviço integrado às empresas, facilitando a sua inovação em novos mercados.

No que respeita a soluções de financiamento (crédito e capital) o IAPMEI, através de sociedades financeiras e fundos participados, disponibiliza às empresas, um conjunto de soluções de crédito, que permitem dar resposta a necessidades gerais de financiamento ao investimento e à inovação, fundo de maneio e tesouraria e, a necessidades resultantes de situações específicas para fazer face a ocorrências extraordinárias.

Na gestão de fundos do Portugal 2020, o IAPMEI tem na sua esfera os sistemas de Incentivo para Inovação Empresarial e Empreendedorismo, Qualificação e Internacionalização de PME e Investigação e Desenvolvimento Tecnológico. O número de candidaturas de empresas praticamente triplicou face ao período homólogo do quadro anterior e a execução dos fundos teve um comportamento idêntico.

A aposta na chamada Indústria 4.0 está em marcha com intervenção também do IAPMEI. As empresas estão a aderir em grande número ou é ainda um caminho trilhado por alguns “exploradores”? Como fazer chegar a mensagem da revolução digital ao empresariado mais velho, que ainda tende a desconfiar destas “inovações”?

A Indústria 4.0 não é uma moda, nem uma opção, mas sim uma evolução imparável, que obriga a maior informação, qualificação e partilha de experiencias, já que a competitividade não é mais entre empresas no mercado nacional, mas sim de todo o setor no mercado global. As empresas têm de aprender a ganhar massa crítica trabalhando em conjunto, em especial na sua abordagem ao mercado de exportação. A transformação digital dos processos de negócio, potencia o funcionamento em rede e permite que as cadeias de valor ultrapassem as fronteiras da empresa passando a abranger as atividades a montante e a jusante de uma forma ubíqua. As startups de base tecnológica podem desempenhar um importante papel neste caminho, trabalhando em parceria com as indústrias tradicionais, trazendo-lhes competências que elas isoladamente levariam muito tempo a desenvolver.

As respostas a este novo paradigma e os impactos nos diferentes setores serão diferenciados. Se nalguns casos se esperam/verificam alterações muito rápidas e claramente disruptivas, outros viverão todo o processo de uma forma mais “evolutiva”.

Em qualquer dos casos, importa perceber as características essenciais deste novo modelo e avaliar os inevitáveis impactos nas estratégias e nas dinâmicas empresariais tal como as conhecemos hoje.

Temos gente capaz, temos uma literacia digital elevada nas novas gerações, temos boas universidades a formar nessa área e podemos aproveitar esta onda da Indústria 4.0 também como negócio em si. As gerações tradicionais têm que perceber que se não se informarem e não começarem rapidamente a utilizar a digitalização nos seus processos produtivos e de negócio, vão ficar fora de jogo e isso seria dramático. Diria que é inevitável esse movimento.

Quais são os principais fatores para uma empresa ter sucesso na internacionalização?

Para uma empresa ter sucesso na internacionalização é fundamental em primeiro lugar que tenha os seus sistemas de gestão, processos e produtos seguindo as melhores normas de qualidade consistente. Nada pior do que tentar entrar num mercado e falhar no cumprimento dos seus compromissos e na qualidade dos seus produtos.

Tem de conhecer bem os mercados onde vai entrar, de preferência com parceiros locais, de confiança e conhecedores das cadeias de valor dos locais de destino. Tem de dispor das capacidades financeiras e de financiamento adequadas para assegurar cumprimento de prazos e fornecimentos com dimensão e escala normalmente muito superior à que estavam habituados no mercado nacional. É fundamental assegurar a devida proteção dos seus créditos, para o que existem no mercado boas soluções de seguros.

Um aspeto essencial é dispor de uma cadeia logística eficiente e eficaz, geralmente recorrendo a operadores logísticos experimentados nos mercados que pretende atingir, atuando em parceria.

Acima de tudo, tem de sair do conforto “da sua casa”, para conhecer bem os mercados onde se vai implantar, dispondo para o efeito de apoios em sistemas de incentivos especializados, cooperação com Associações, presença em feiras.

A dificuldade de acesso ao financiamento é um dos problemas que mais afeta as empresas. O que tem feito o IAPMEI neste domínio?

O Programa Capitalizar, lançado pelo Governo em 2016, e no qual o IAPMEI tem intervenção, foi desenhado para prestar apoio à capitalização das empresas, à retoma do investimento e ao relançamento da economia, com o objectivo de promover estruturas financeiras empresariais mais equilibradas, reduzindo os passivos das empresas que se apresentam economicamente viáveis, ainda que com níveis excessivos de endividamento, bem como melhorar as condições de acesso ao financiamento das PME.

A região do Ribatejo tem estado a dar passos pioneiros nas estruturas de apoio às startups – como a «Startup Santarém» por exemplo -,uma área em que o IAPMEI dispõe de instrumentos de apoio. Que acompanhamento faz o IAPMEI destas iniciativas e como pode ajudar a que se consolidem e cresçam em número?

Em Portugal tem-se vindo a aprofundar um verdadeiro ecossistema de empreendedorismo. Repare-se que hoje temos já mais de 120 incubadoras reconhecidas no âmbito de uma medida em que o IAPMEI tem um importante papel de gestão que se chama Vale Incubação.

O IAPMEI tem sido de facto a entidade pública que gere algumas das medidas mais emblemáticas da Estratégia Nacional para o Empreendedorismo que está a ser levada a cabo pelo Governo.

Um bom exemplo é o StartUp Voucher que, por estar a ser uma medida de grande sucesso, vai avançar com mais duas fases de candidatura em 2018. Tem sido feito um esforço para por Portugal no radar do Empreendedorismo.

Hoje em dia, qualquer nova iniciativa empresarial nasce no mercado global. Precisamos, cada vez mais, de referências mundiais de sucesso, de acesso a capital e a financiamento global. Precisamos não apenas de apoio público, mas também de um crescimento do empreendedorismo corporativo e de continuar a apostar na inovação empresarial e na colaboração entre empresas e centros de saber para criarmos um ecossistema empreendedor que se autoalimente.

Mas naturalmente que, sendo importante o aparecimento de startups como sinal de vitalidade do tecido empresarial, é fundamental assegurar que vão crescer e tornarem-se empresas sólidas e sustentáveis, criadoras de emprego e impulsionadoras do crescimento económico.

Que caraterização faz do tecido empresarial do Ribatejo?

A região do ribatejo possui um tecido económico muito variado e rico. Salienta-se contudo o potencial dos recursos endógenos da região, nomeadamente ao nível do setor agroalimentar, principalmente pela sua elevada incorporação nacional e pelo potencial que representa em termos de desenvolvimento sustentável da região. A utilização destes recursos endógenos pode traduzir-se em vantagens competitivas no mercado, diferenciando os seus produtos pela origem e pela qualidade. Isso não invalida a relevância de outros setores, até porque a força e resiliência de uma região está igualmente na variedade das atividades económicas.

Qual é o grau de utilização dos fundos e programas comunitários, geridos pelo IAPMEI, por parte das empresas do distrito de Santarém?

Efetivamente, a procura dos apoios tem excedido todas as expetativas e resulta em grande parte do grande dinamismo do tecido empresarial. Os projetos em curso no Portugal 2020 acompanhados pelo IAPMEI representaram já cerca de 1,4 Mil milhões de euros de investimento e possuem um potencial de criação de 29 mil postos de trabalho. A região tem apresentado uma dinâmica semelhante à verificada a nível nacional.

O IAPMEI está descentralizado em várias regiões do País, mas com grande incidência a norte. Como justifica não existir uma delegação no distrito de Santarém ou de Castelo Branco, por exemplo?

O IAPMEI está empenhado no projeto “Espaço Empresa” que visa criar uma rede de pontos únicos de atendimento às empresas, distribuído por todo o espaço nacional, com serviços disponibilizados quer através do canal presencial, numa lógica de proximidade e de atendimento personalizado, quer através dos canais online e telefónico. Esta rede de atendimento multicanal permitirá o acompanhamento do empresário ao longo do ciclo de vida do seu investimento, traduzindo, no plano material, uma das linhas consagradas em sede do Programa do XXI Governo, em sede de melhoria do atendimento às empresas.

Inicialmente designado no Programa Simplex + 2016 como “Gabinete do Investidor”, e fundamentalmente centrado na vertente do atendimento presencial disponibilizado pela administração central (IAPMEI, AICEP e AMA), este projeto registou desde então uma evolução significativa. Assim, e por um lado, reconheceu-se a vantagem da sua integração num projeto mais vasto de criação de uma rede única, multicanal, de atendimento empresarial – a “Rede Espaço Empresa”. Por outro lado, passou-se a atribuir aos municípios um papel decisivo na expansão física desta rede de atendimento aos empresários, tendo em vista assegurar uma maior capilaridade da rede e explorar sinergias com estruturas de apoio ao investimento já hoje existentes em muitas câmaras municipais.

Qual tem sido a evolução do número de empresas a pedir o estatuto de PME Excelência? Como analisa a evolução desta distinção no distrito de Santarém?

O Distrito de Santarém acolhe 55 empresas PME Excelência, representando 2,8 % do total nacional, que é de 1947 empresas. As PME Excelência do Distrito de Leiria, apresentam duma forma geral indicadores de desempenho e solidez alinhadas com os observados para o País.

Que importância prática tem este estatuto para a vida das empresas?

Os Estatutos PME Líder e PME Excelência são efetivamente estatutos muito prestigiantes, desejados e disputados pelas PME.

A reputação dos estatutos, advém contudo das vantagens que confere às empresas distinguidas, quer em notoriedade e reconhecimento pelo mercado, junto de instituições públicas e privadas e ainda do acesso a um conjunto de bens e serviços (Seguros, fundos de pensões, seguro de crédito, combustíveis e energia, comunicações, …) em condições preferenciais, no âmbito de parcerias com diversas entidades.

As PME Líder e as PME Excelência (subconjunto das melhores PME líder) apresentam elevados níveis de desempenho, de solidez e de rating e são selecionadas pelo IAPMEI e pelo Turismo de Portugal, no âmbito de uma parceria que envolve os 11 principais bancos e o Sistema de Garantia Mútua, pelo que beneficiam de melhores condições no acesso a financiamento, em termos de prazo, taxas de juro e montantes.

Importa ainda salientar a relevância destas empresas enquanto exemplo e referência para as outras empresas, constituindo uma boa base de benchmarking»

15 de Março de 2018 - jornal "O Ribatejo"

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